Por Renê Cruz em 14 de outubro de 2014

“Crianças adultas”: olha quem voltou

Dia das crianças, fotos antigas nos perfis do Facebook e mercado de jogos e brinquedos aquecido. Juntando tudo acho que encontramos a fórmula secreta que moveu algumas empresas a aderirem à atual “onda retrô” e relançarem diversos brinquedos das décadas de 80 e 90, alguns repaginados e outros idênticos às versões anteriores, tudo para atraírem um público muito importante na decisão de compra, os pais.

Quem estiver na faixa de 30 anos, pouco mais ou pouco menos, com certeza deve se lembrar de alguns destes objetos estranhos:

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A novidade (não tão nova assim, eu sei) é que há algum tempo os fabricantes destes jogos, como a Estrela, viram nos jovens adultos um público muito promissor para o mercado de brinquedos, uma vez que são justamente as crianças de ontem que hoje entram nas lojas procurando brinquedos para filhos e sobrinhos. Assim sendo, por que não atraí-los com algo a mais? Com uma familiaridade, uma nostalgia e um saudosismo do tempo em que todos “eram felizes e não sabiam”. Pensando nisso, os adultos que hoje entram em uma loja de brinquedos muitas vezes se divertem igual ou até mais do que as crianças, com brinquedos que fizeram parte de sua infância.

Esta nova onda de mercado pode trazer inclusive outros benefícios muito procurados pelos pais de hoje em dia, que é evitar que seus filhos fiquem quase que o tempo todo em frente à TV, computador e celular. Tirar os pequenos dos tão poderosos e viciantes jogos eletrônicos e proporcionar uma infância um pouco mais saudável e simples, tal como antigamente é um desafio diário em tempos tão tecnológicos.

Seja pelo lucro, pelos benefícios ou pela originalidade da ideia, esta iniciativa realmente valeu e ganhou o meu respeito. Bora jogar uma partidinha de Genius? Eu começo!

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