Por Lucas Jansen em 8 de dezembro de 2014

Jogando fora as normas de gênero pré-concebidas.

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“Eu não quero que você me ajude sempre. E sabe o porquê? Eu quero descobrir por mim mesma. Mesmo quando não sai do jeito que eu quero, eu sei que não é errado. Porque você me ensinou a pensar. E como sonhar. Estou prestes a fazer algo que te encha de orgulho”. São essas palavras inspiradoras que guiam o vídeo da Lego para uma reflexão entre mães e filhas sobre a independência que inspira a imaginação para brincar.

Não é por acaso que a Lego resolveu dar uma atenção especial para o público mirim feminino. Além da concorrente GoldieBlox, que trabalha mensagem sobre o poder das meninas, as pesquisas indicaram que as garotas brincam de Lego de uma forma diferente dos meninos, pois eles tendem a construir uma forma linear com as peças do brinquedo, enquanto que as meninas tem uma maior aproximação, criando suas próprias histórias num ambiente de diversão e se imaginando como seria se vivessem dentro dele.

Para quebrar ainda mais os tabus, a GoldieBlox, concorrente da Lego, traz um vídeo bastante interessante que quebra o padrão dos “brinquedos para meninas”. Fazendo uma crítica bastante direta ao sistema que não permite uma o crescimento da identidade de gostos, a GoldiBlox rompe claramente com o modelo.

Indo de encontro aos anúncios que tratam a mulher com objeto, os vídeos que jogam foram as normas de gênero entrincheiradas para fora da janela atingem o seu target de forma clara e ainda trazem a questão da igualdade de gêneros para o debate.

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