Por Fabio Queiroz em 13 de outubro de 2016

A primeira vez a gente nunca esquece

Me lembro quando eu me apaixonei, pela primeira vez, por publicidade – estava com 18 anos de idade, e já tinha a intenção de me graduar na área. Enquanto fazia uma das minhas pesquisas de curiosidade, me deparei com uma matéria sobre o Washington Olivetto.

Não era uma entrevista simbólica onde pessoas perguntavam sobre os seus prêmios, sua relação com a cultura popular brasileira ou seu amor pelo Corinthians. Até aquele momento, não sabia quem ele era ou da dimensão que sua privilegiada mente tinha proporcionado para a propaganda nacional e mundial. A partir daquele dia, ele se tornou um ídolo para mim. Até hoje o considero como tal, e se dizer isso parece clichê, vos respondo que um ídolo não precisa ser justificável.

Enquanto vejo suas peças, me apaixono mais e mais pela publicidade, e imagino se um dia chegarei a exercer a profissão de maneira tão simples, concisa, conceitual, elegante, criativa, peculiar e verdadeira. Atualmente, penso em praticar minhas metodologias e ideias de maneira independente. Os ídolos ficam como referência e aprendizado. Minha maior motivação é continuar praticando, estudando e vivendo este universo de loucos, para quem sabe, um dia,  eu talvez possa ser, para algum interessado da área, uma referência.

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