Por Fabio Queiroz em 23 de março de 2017

Ver, falar, escutar e criar.

O mundo mudou. Talvez mais para alguns do que para outros. O outrem ainda pode estar adequado à pensamentos obsoletos, enquanto alguns se propuseram em experimentar algo diferente. Mas até onde mudar é uma necessidade e até onde a mudança é mais um ciclo social que advém da apropriação cultural e permeia pelo mercado como se fosse sua criação?

Tudo que vimos até hoje, seja um filme, um produto ou uma música, foi derivado de algo já criado. Conhecido como a Teoria do remix estudada por Kirby Ferguson; copiar, transformar e combinar são elementos que envolvem a cultura, comportamento e comunicação para criar algo novo, de novo.

Remakes, arte moderna, relançamentos de álbuns, sampleadas em um beat de rap, tudo faz parte de um ciclo de aceitação de um determinado contexto que a sociedade esteja passando. A famosa “referência” é destrinchada e descoberta como a essência da criatividade e nós, meros publicitários possuímos apenas o critério para saber se ela pode se tornar uma ideia potencial ou não.

Criar requer vontade, antes mesmo de dedicação. Mas como criar em um mundo que se vê de tudo, já se fala de tudo e já se escuta de tudo?

(Imagem/Reprodução)

(Imagem/Reprodução) 

Por que não ir procurar no espaço como a Red Bull?

Seu orçamento não cabe? Então por quê não fazer como a Kit Kat?

Criar é servir-se de oportunidades, não se aproveitando delas. Conheça mais um pouco sobre a Teoria do Remix:

 

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