Por Felipe Faria em 6 de abril de 2017

Refugiados, um lar chamado São Paulo.

Nos últimos cinco anos, as solicitações de refúgio no Brasil cresceram 2.778%. Passaram de 966, em 2010, para 28.670, em 2015.

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(Imagem: Reprodução) 

Entre este período, foram reconhecidos como refugiados 8.950 pessoas de 79 nacionalidades distintas, os principais grupos são compostos por oriundos da Síria (2.480), Angola (1.501), República Democrática do Congo (1150), Colômbia (679) Líbano (396) e Palestina (298). Somente a guerra na Síria, por exemplo, já expulsou de seu país mais de cinco milhões de pessoas, o que vem sendo considerado a pior crise humanitária do mundo em 70 anos.

Atento a essa realidade, o Shopping Center 3 (localizado na cidade de São Paulo – Avenida Paulista) promove entre 12 março a 21 de maio uma série de atividades envolvendo refugiados residentes em São Paulo, oriundos da Síria, Palestina, Senegal, Togo, Congo, Guiana Inglesa, Haiti, entre outros países.

A iniciativa, batizada de “Refugiados, um lar chamado São Paulo”, é realizada em parceria com a ONG Adus – Instituto de Reintegração do Refugiado.

A exposição fotográfica contém retratos em preto e branco de refugiados de vários países, ao lado de painéis informativos sobre a situação do refúgio no Brasil que já podem ser vistos em todos os pisos do Center 3. O autor das imagens é o fotógrafo Felipe Grespan, e os personagens são refugiados assistidos por programas da ONG Adus.

(Imagem: Felipe Faria)

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