Por Bruna Cardoso em 10 de abril de 2017

Como os trailers roubam a cena

Curta metragem, longa metragem… Trailer! Aí que está a magia por trás dos grandes sucessos do cinema. Aquele pequeno vídeo com cenas que nos fazem apaixonar de cara pelo filme, que nos fazem suspirar profundamente a espera pelo grande dia do lançamento.

Lançam filmes a cada mês, e são tantos os gêneros que nos perdemos na imensidão da sétima arte. Um silêncio ecoa, nada acontece durante alguns segundos, e do nada, um palhaço! Um palhaço assustador, não que algum palhaço seja fofinho, mas esse aparenta ser uma coisa de outro mundo, ou It, o que o Sr. King achar melhor.

E o que dizer de super heróis se juntando para proteger o mundo? Particularmente, me arrepio toda só de ouvir a música, e olha que nem ouvi a trilha sonora inteira. Não posso me esquecer dos longas de época, aqueles que nos deixam encantados com a veracidade das produções.

É uma volta no tempo, as roupas, a elegância, os costumes. Voltamos à décadas atrás com duração de duas horas. Mas todo esse sentimento que nos prendem a tantos filmes surge apenas ao ver um pequeno trailer. Dois minutos são suficientes para uma multidão de fãs criar versões inimagináveis para o filme em suas mentes brilhantes.

É preciso ter uma imaginação um pouco além do limite para anunciar longas e curtas, a divulgação também é importante. Ações que mexem com o público são as que mais fazem sucesso, e isso é muito importante para a visibilidade do elenco e dos produtores. Quem não viu um pequeno outdoor do Homem Formiga pelas as ruas de vários países pelo mundo? Essas ações criativas atraem as pessoas para o cinema de imediato, pois isso convida o público a descobrir a história e os personagens.

E também tem o teaser, um conjunto de imagens com trinta segundos que faz a gente ficar mais ansiosa ainda pelo filme, quase um ataque cardíaco. Mas fazer o quê, é o que temos até a estréia dos grandes filmes.


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