Por Fabio Queiroz em 19 de maio de 2017

O show ainda é melhor que o intervalo

Não se iluda. Publicitários não são artistas, mas alguns comerciais poderiam ser o start de storylines para grandes séries ou filmes. Quem não gostaria de acompanhar a vida de alguns personagens icônicos que foram criados para durarem apenas 30” ou 1’?

Alguns filmes publicitários falam através da poesia que direção, cenários, atuações, direção de arte, fotografia e roteiro apresentam. Estes são alguns que falam com poucas palavras, as vezes nenhuma, mas expressam um forte conceito que poderiam ser expandidos para plataformas streaming ou cinema:

A marca Dial Direct mostra como o tempo e a dificuldade é algo precioso para aproveitar momentos inesquecíveis:

A John Lewis e seu feeling para boas histórias conta a trajetória de uma menina sonhadora:

A marca de chicletes Extra Gum mostra que se apaixonar é guardar bons momentos:

O que essas histórias têm em comum é um enredo bem construído e distribuído em planos, cenas e sequências que constroem a narrativa de forma peculiar. Trazer a essência de uma marca está diretamente ligada ao quanto ela está disposta a se engajar e se arriscar para contar uma boa história.  O intuito é apresentar um posicionamento dizendo: “Eu me importo com sua família” (vídeo Dial Direct) “Eu também acredito nos seus sonhos” (Vídeo John Lewis) e “Às vezes você pode não notar, mas eu te amo”.

O bom e velho Storytelling para publicidade abre caminhos para expandir narrativas, só basta algumas marcas perceberem o quanto uma boa ideia pode ser desenvolvida e usar a criatividade.  É querer não ser mais o intervalo, mas o show completo.

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