Por Fernando Magnus em 17 de julho de 2017

Como a tecnologia tem utilizado seu corpo?

O Twitter é incontestavelmente a maior rede social produtora de memes da atualidade. Quem está por lá certamente já deve ter visto o meme “1970: em 2020 teremos carros voadores”, como mostra a imagem abaixo: 

(Imagem: Reprodução/Twitter)

(Imagem: Reprodução/Twitter @dadalto_igor) 

Brincadeiras à parte, observamos que as redes sociais e a tecnologia estão cada vez mais integradas não somente ao nosso cotidiano, como também ao corpo humano. Simon, o primeiro Smartphone criado pela IBM, completou 20 anos existência. De lá pra cá, mais de uma dezena de utilidades foram agregadas ao aparelho, que agora já segue acompanhado com Smartwatch (nome dado a um relógio inteligente que mistura a aparência de um relógio de pulso tradicional com as funcionalidades de um smartphone). Se já era difícil largar o aparelho que é parte integrante de nossa existência, imagine com o pulso vibrando a cada notificação? 

Estamos cada vez mais nos distanciando dos botões/teclas e nos integrando às telas touchscreen com superfícies sensíveis ao toque. Toques que, alías, rendem milhões, ou você nunca parou pra pensar que cada toque para curtir ou compartilhar um conteúdo representa simbolicamente o começo do lucro de milhões em faturamento de empresas e plataformas digitais?

Já parou pra pensar que o Google usa seus ‘pés’ para ter informações sobre os lugares onde você vai? Calma, não se trata de nenhuma teoria conspiratória. A questão é bem simples: quando você se desloca de um lugar para outro (até dentro de sua própria casa), por meio de seu smartphone, o Google consegue obter um histórico de localização pessoal através do #GoogleMaps, necessitando apenas que o aparelho esteja conectado a uma rede de internet.

Óculos de realidade virtual, tênis que possui um dispositivo de propulsão que ajuda atletas a atingir maiores distâncias, roupas de tecidos inteligentes que auxiliam na transpiração fazem parte dos ‘wearables (nome em inglês para os dispositivos vestíveis). No fim das contas, pode até ser que ainda não temos carros voadores, mas a realidade nos mostra que nosso corpo está cada vez mais conectado à tecnologia.

(Imagem: Reprodução/Internet)

(Imagem: Reprodução/Filme Ex Machina (2015))


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