Por Elionardo Souza em 22 de setembro de 2017

A (des)digitalização das coisas

É comum falarmos, cada vez mais, do mundo real indo para o digital. Isso acontece frequentemente devido ao surgimento de tecnologias que facilitam nossas vidas, como o streaming, o salvamento de arquivos na nuvem e as fotos digitais que, na maioria das vezes, ficam apenas nas redes sociais.

Mas com a “banalização” do mundo digital, elementos físicos do “mundo real” passam a ser diferenciais importantes para o mercado. Campanhas como essa da Heinz, ou jogos, apps e ferramentas como Pokémon GO ou a nova função de Realidade Aumentada do iOS11 (sistema operacional da Apple), que unem o mundo virtual ao real, só evidenciam a necessidade de levar ao consumidor algo palpável, levando experiências diversificadas às pessoas.

A tendência dessas novas experiências é aumentar cada vez mais, seja pelas marcas em suas campanhas, ou como novas ideias de modelo de negócio – como é o caso da Phosfato, uma iniciativa que traz de volta as fotos impressas de um jeito repaginado.

Auto definindo-se como “Fábrica de memórias”, a empresa funciona como um clube de assinatura, como a Netflix e Spotify. Você paga um valor mensal para receber em casa algumas de suas fotos postadas nas redes sociais. Eles se conectam ao seu Instagram ou Facebook e escolhem de forma aleatória as fotos que te enviarão (a quantidade depende do pacote escolhido).  Para saber mais e se cadastrar, basta acessar o site clicando  aqui

(Imagem: Reprodução)

(Imagem: Reprodução)

E você, conhece mais alguma iniciativa ou campanha que traga coisas do mundo digital para o real? Conta pra gente!

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