Por Reinaldo Del Trejo em 14 de dezembro de 2017

Vai ouvir MC Livinho SIM

Desculpe rei da cultura pop, que acredita que toda música boa precisa de um repertório instrumental e uma letra semiótica. Sei que escutar o tipo de música que agrada o povo te coloca como mais um na massa. Sei que isso fere seu coraçãozinho, mas é necessário. Mais que necessário.

Seus clientes são dos mais diversificados arquétipos. E para acompanhar o pensamento desse público, é necessário fazer parte dele. E isso está desde a cultura, música, filmes, livros e até costumes.

Você tem sua lista no Spotify de músicas do seu gosto. Mas isso não faz você evoluir porque quando você não se abre para novidades, seu cérebro fica estagnado, e pior ainda: não consegue atingir o objetivo da sua redação/arte.

Existe uma teoria em informática sobre Input e Output. Input é o processo de recebimento de informação – e isso vai desde referências até informação passiva. Já Output é o processo de saída – no caso da Publicidade: produzir. Então, se você fica preso aos seus gostos, recebendo apenas um tipo de informação, você não vai conseguir desenvolver seu potencial criativo.

Segundo pesquisa levantada pelo próprio Spotify, o brasileiro ouve em média 104 minutos de música no aplicativo por dia. Então o processo de Input é mais prático enquanto você trabalha. E a música é uma forma interessante de conhecer a cultura e costumes de um tipo específico de público.

Essa dica é mais para quem busca expandir seu “molejo” no jeito de trabalhar. Porque o mercado precisa de profissionais com vontade de evoluir, assim como Darwin um dia disse,  TÁ, MAIS OU MENOS: “Não é o mais forte que resiste, e sim o que se adapta a porra toda.”

A escolha é sua. Fique na caixa ou solte o: “Tá gostosa, né? Tá safada, tá!”

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