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O Oscar do Vacilo

Marcelo Carvalho 6 de Março de 2012
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Quem nunca fez uma besteira na vida que repercute até hoje? Pois é, acho que tudo mundo tem aquela “pérola” feita da qual se arrepende amargamente. E, no mundo da música, claro, não é diferente, existem aqueles que fizeram uma grande bobagem e marcaram definitivamente o cenário musical. Para eles com certeza não foi legal, já para a música isso é relativo, mas em todos os casos, todos são dignos de concorrer ao “Oscar do super vacilo”.

E há muitos indicados para o prêmio. O que falar do Rolling Stones ter contratado como segurança para seu show, em Altamont no ano de 1969, a gangue de motociclistas Hell´s Angels? Só poderia mesmo terminar em morte. E a banda Great White colocar fogos de artifícios no palco? Não deu outra, causou um incêndio que provocou 54 mortes (melhor deixar esse negócio de pirotecnia para o Rammstein mesmo).

Isso tudo sem falar em Janet Jackson que mostrou seus seios no final do Super Bowl, resultando assim na queima dos seus discos e a perda de alguns contratos; E o Dee Dee Ramone que após sair dos Ramones resolveu fazer rap (obviamente foi um fracasso total, aliás, quase ninguém sabe desse seu feito); E a Decca Records que nos anos 60 recusou um contrato com os Beatles, por achar que eles eram um sucesso passageiro (eu no lugar do pessoal da Decca teria desistido do ramo). E falando em Beatles, não poderíamos deixar de falar do Pete Best. O cara tinha nas mãos as baquetas do maior e melhor grupo de todos os tempos e, ainda no ano de 1962, teve que sair por falta de adaptação, é quase impossível de acreditar. Aí o Ringo Starr apenas disse: – Muito obrigado!

Tudo bem que existiu a possibilidade dos Beatles não terem sido o sucesso que foi se o Pete tivesse continuado, mas só de pensar no fato que o Ringo é considerado o menos talentoso dos quatros que fizeram parte do grupo, Pete é ou não o vencedor do Oscar?

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Marcelo Carvalho

Publicitário por formação e pernambucano de coração, sou do tipo de pessoa que tenta rimar tudo que fala,como por exemplo: não passo um dia sequer sem beber uma xícara de café. Fãde Calvin& Haroldo ainda não consegui desvincular-me da minha infância. Apreciador de música (principalmente as do Sixpence None the Richer), fotografia e cordel, aguardo incansavelmente pelo dia em que as pessoas sejam mais sociáveis.

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