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O amor e ódio na carreira publicitária

Juliana Medeiros 22 de Maio de 2012
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Há quem acredite que o glamour da publicidade acabou, mas repara bem no que digo… Realmente publicitário daquela era romântica, do qual o “photoshop” era borracha e lápis, acabou.

O amor e ódio à profissão estão na tênue linha do resultado final do seu “job”. O cliente arrogante, atendimento ineficaz e a criação estafada somando tudo durante o processo, torna-se um turbilhão, mas no final parla! Era isso mesmo que todos queriam.

A cerveja de sexta parece ter mais sabor, o orgulho floresce sobre os amigos financistas, engenheiros, professores e advogados. ­-Ei, o nosso trabalho não é uma rotina, é um “case”, vira história, vira estudo, tornar-se discussão dos bares aos tribunais. Quem nunca opinou sobre uma polêmica publicidade sarcástica?

“Futebol, política, religião e publicidade – Não se discute”, apenas para aqueles que não têm argumentos. Publicitários de outrora ou de agora, tem na sua profissão o amor e a emoção comparada ao torcedor de um time de futebol, da reinvenção da política ou da fé da religião, entretanto ao final de todas elas sempre precisaremos de uma aprovação.

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Juliana Medeiros

Publicitária, marqueteira, ouvidora de profissão e escritora nas horas vagas. Sempre antenada na criatividade dos publicitários, redes sociais e música.

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