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Briefing é bom! (Mas, não pra tudo.)

Rafael Oliveira 21 de setembro de 2012
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E o briefing, hein? Nossos companheiros do dia a dia. Aqueles que nos causam dor de cabeça, pizzas, stress e diversão. Que trazem desafios a serem vencidos e superados. Que chegam também lá pelas 19h pra fazer a alegria da galera.

Apesar de alguns desses fatos serem “negativos”, não estou aqui pra crucificar o coitado. Ele é necessário mesmo. A importância é indiscutível. Mas também não estou aqui pra dizer isto. Todo mundo sabe o quão importante ele é, o quanto ele ajuda no desenvolvimento das soluções e o quanto ele ajuda (e dá frio na barriga, as vezes) dos criativos.

O recado aqui é sobre a ausência dele. Sim. De quando ele não está presente pra criarmos algo. A chamada “proatividade” da agência com seus clientes. Anúncios de oportunidade não nascem com briefing, por exemplo.

Acredito que deveríamos pensar também num mundo além dos briefings. Identificar oportunidades que possam fazer bem pro cliente, mesmo antes de ele pedir nossa ajuda. E isso deveria ser comum, afinal, nós é que somos os “entendidos” de comunicação.

Enfim. Não precisamos, e nem devemos, esperar um briefing aparecer para pensar em ideias boas para os nossos clientes. Incentivar isso é uma maneira boa de fazer a comunicação evoluir. Lembra quando te disseram pra pensar fora da caixa? Pois bem, isso quer dizer pra pensar sem que seja solicitado, também.

Pensem nisso.

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Rafael Oliveira

Sou bom menino, ajuizado e responsável (minha mãe confirma). Gosto de escrever sobre tudo, principalmente sobre minhas bagunças mentais. Ah! E eu não confio em ursos polares com bolso.

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