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Intercâmbio na Europa – Por onde começar?

Felipe Barcellos 22 de setembro de 2014
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pytishestvia

Um dos momentos cruciais na hora de fazer um intercâmbio certamente é decidir para onde ir, afinal quem nunca sonhou em morar em Paris, Roma ou Londres? Mas não é bem assim que funciona, nem sempre o lugar tão desejado é a melhor opção. A partir do momento que você estiver decidido a ter essa experiência é ideal que comece a frequentar inúmeras palestras que falem do assunto, eu perdi a conta de quantas palestras eu vi sobre intercâmbio e sempre aprendi algo diferente.

Vou começar com as duas melhores opções que eu tive para decidir meu intercâmbio, uma era pelo programa convencional da faculdade e a outra era pelo Ciência sem Fronteiras (programa que oferece bolsas de estudos para estudantes interessados em fazer intercâmbio).

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Posso até estar errado no que eu vou dizer, mas foi a experiência que eu tive depois de conversar com muitas pessoas em eventos do Ciência sem Fronteiras. Na maioria das palestras é apresentada a grande variedade de opções de países e quais cursos eles aceitam, eles dividem os cursos em áreas específicas, por exemplo: Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Relações Públicas, entre outros, estão no grupo chamado Indústria Criativa. Só existe um problema, nenhum país oferecia oportunidade nesse segmento, os únicos cursos que eu via eram Engenharia, Medicina, Direito…

Dificilmente as pessoas do programa têm informações sobre essa área, sempre ficavam de me enviar dados ou entrar em contato, mas nunca recebi nada, por isso acabei desistindo desse programa. Para quem tiver interesse no Ciência sem Fronteiras lembre-se sempre que é necessário ter feito o ENEM, confira no site quais são os pré-requisitos. Novamente afirmo que posso estar errado em relação a isso, mas foi o que eu passei como estudante tentando descobrir o melhor jeito de fazer meu intercâmbio.

A opção que me restou foi pelo programa oferecido pela minha faculdade, acredito que todas devem ter um departamento internacional que cuida dessa área. A vantagem é que o programa sempre é realizado com uma universidade parceira, o que facilita o processo de inscrição e documentação, a desvantagem é que você não tem ajuda financeira, todos os gastos são por sua conta, no máximo você não pagará a mensalidade do curso, dependendo do tipo de parceria.

A minha sugestão, depois de conhecer o departamento internacional, é conversar com seu coordenador de curso para encontrar alunos da sua área que já realizaram intercâmbio e que podem dividir esse conhecimento, foi assim que decidi meu destino. Nada mais confiável e seguro do que conversar com alguém que já vivenciou isso, também ajuda a cercar melhor suas opções, é menos arriscado você ir para um programa que alguém do seu país já foi do que ser um desbravador em um lugar novo e descobrir que não valeu a pena.

O texto ficou um pouco longo, mas são informações necessárias para quem tem interesse! Nos próximos post vou começar a falar da vida por aqui, não percam.

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Felipe Barcellos

Comecei na Engenharia e terminei na Publicidade! Quando não estou fotografando estou escrevendo, quando não estou escrevendo estou fotografando. Não curto samba, praia e muito menos futebol alegre, longe de um típico brazuca.

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