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7 características da infância que mostravam que você “nasceu” para o design

Mariana Oliveira 25 de setembro de 2014
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Talvez você nunca parou para analisar sua infância, processo de amadurecimento, desenvolvimento cognitivo, e como suas características e personalidade sempre te “moldaram”, ou já eram reflexo, de que você seria um designer.

Veja se você se identifica com as características a seguir:

7 características da infância que mostravam que você “nasceu” para o design

1 – Nos trabalhos de escola você ficava responsável por fazer a apresentação

Enquanto o grupo discutia e designava as tarefas a única coisa que você tinha certeza em mente, era de que: “a apresentação de slides eu faço”. Se você é tempo dos incríveis cartazes de papel, provavelmente, também era o que fazia as colagens e as margens de papel crepom. E durante as apresentações fazia questão de que as pessoas reparassem os slides, e ou, os cartazes.

2 – Colorir se tornava uma tarefa, quase que, “espiritual”

Você procurava sempre respeitar os limites do desenho, e se não fazia isso era totalmente proposital. Buscava a harmonia de cores e traços. Mantinha os movimentos do lápis sempre na mesma direção, e isso não era capricho, era básico. As aulas de artes eram sempre as favoritas e nessa você nunca batia papo. Cores eram sempre fascinantes e você as reparava em desenhos, livros, filmes, roupas e todo o resto.

3 – Sempre tinha uma desculpa criativa para o que fazia de errado

Caso você se esquecesse de fazer um para casa, uma história bem mirabolante e convincente já tinha sido inventada no caminho da casa para a escola. A improvisação já fazia parte de sua vida desde muito cedo, sua mãe quem o diga. Você  já praticava a arte de persuadir, e fazer com que as pessoas comprassem e acreditassem em suas ideias, mesmo que elas não tivessem tanto fundamento.

4 – Gostava mais das embalagens do que dos próprios brinquedos

O brinquedo sempre ficava em segundo plano, afinal aquela embalagem de papelão que parecia um barco, avião, canoa, casa, carro, era bem mais interessante. E as pequenas embalagens viravam (com um pouco de cola e revista recortadas) porta trecos.

5 – O diferente nunca te assustou, pelo contrário, te encantava

Você nunca via o diferente com preconceito. Sempre mostrou interesse por conhecer modos, jeitos, estilos, pessoas, músicas, artes e qualquer forma de cultura que não fosse a sua. Na verdade, o diferente sempre te pareceu tentador e objeto de estudo. Certamente você sempre demonstrou interesse em viajar pelo mundo e conhecer novas culturas.

6 – Nem bola, nem boneca. Bom mesmo eram as “atividades alternativas”!

Colorir, ficar em casa assistindo filmes, lendo história em quadrinhos, fazendo outras artes que demandavam mais criatividade do que a força física. Seus amigos nunca entendiam a forma como você se divertia. Não que você fosse sedentário, mas o termo “caseiro” nunca te assustou, pelo contrário te soava muito bem.

7 – Um mesmo objeto tinha inúmeras funções

E você sabia disso como que ninguém. Uma garrafa plástica pet se transformava num balde, foguete, bastão de beisebol, e por aí vai. Você conseguia fazer de um simples objeto um playground. Se você, por exemplo, já utilizou uma caixa de sapatos para fazer uma televisão… Parabéns, sua infância foi bem vivida.

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Mariana Oliveira

Mineira de 23 anos, formada em comunicação visual e atualmente cursando Produção Multimídia, que vê na redação um hobbie. Tive a oportunidade de trabalhar em várias áreas da comunicação, hoje escrevo sobre essas experiências que vivi (e ainda vivo) nessa digníssima profissão. Paixões: sucrilhos, pizza, seriados americanos, artes e redes sociais. Motivações: Deus, família e amigos.

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