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A revolução da maçã

Jason Nascimento 5 de dezembro de 2014
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ApDolar

O advento do PC provocou uma verdadeira revolução na vida de cidadãos e organizações, inaugurando uma nova era nas relações pessoais e principalmente comerciais. Todos ganharam; as empresas envolvidas no processo e o cidadão comum que com a chegada da Internet, passou a usufruir dos benefícios – e malefícios – da conectividade em escala global. Muitas empresas que surgiram em garagens residenciais, se tornaram pilares da economia, acumulando fortunas. Agora estamos diante de outra revolução, tão impactante, e intensa quanto àquela provocada pelo computador pessoal; a dos Smartphones. No fim do mês passado alavancada pela venda do iPhone 6 e iPhone 6 plus, a apple, gigante da tecnologia, se tornou também um dos gigantes (o primeiro) do atual cenário financeiro mundial ao atingir o valor de mercado de mais de 700 bilhões de dólares, sobrepujando a marca alcançada pela Microsoft do tio Bill que há 15 anos, chegou a valer 613 bi. Na semana em que a grama do ouro era cotada a R$ 97,30 a ação da apple era negociada na bolsa a 119 dólares, nem mesmo Jobs quando esteve na liderança da empresa conseguiu elevá-la a tal patamar. Para se ter uma ideia, o valor de mercado do Google e da Microsoft é de aproximadamente 370 e 393 bilhões de dólares respectivamente.

Bem vindo à era da apple! Em um mundo cada dia mais on-line, e com as pessoas usando conectividade como peça do vestuário, a estratégia dos líderes da empresa é priorizar o dispositivo móvel para moldar, dominar o mercado, a tática vem dando certo, pelo menos no resto do mundo – no Brasil apenas 0,4% dos Smartphones tem o selo da maçã, – durante os últimos três meses a companhia vendeu 39 milhões de smartphones, a expectativa para esse final de ano é que sejam comercializados 70 milhões de unidades. Esses números superam a população de muitos países, e a quantidade de pessoas que acessam a rede mundial via dispositivo móvel, só aumenta.

A apple incorporou aos Smartphones a tecnologia NFC que já era usada por telefônicas europeias, isso significa que o proprietário do iPhone pode dar adeus ao cartão de crédito físico: apenas aproximando o Gadgets de um terminal e autenticando a transação com o Touch ID, que reconhece a digital, o comprador fecha o negócio.

Para os aspirantes a fotógrafos, o iPhone 6 traz novos sensores, a câmera de trás, tem 8 megapixels, e autofoco. O iPhone Plus conta com recurso de estabilização de imagem, que permite fazer capturas mais “puras”, ou seja, imagem sem os incômodos borrões, dentre outras inovações.

Os smartphones estão dando sequencia à revolução iniciada pelo PC. Com a Apple na liderança do mercado, a pergunta que fica é: qual será a próxima revolução?

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Jason Nascimento

Estudante de publicidade com trinta e alguns quilômetros rodados, apaixonado por filmes, tecnologia, Internet e fotografia e que nas horas vagas gosta de ler filmes e assistir livros.

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