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Crítica: Boyhood

Nina Elora 14 de Janeiro de 2015
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Sem dúvida, você ouviu falar desse filme nos últimos meses. Ele tomou conta da mídia por uma questão que não se vê por aí: o filme levou 12 anos para ser concluído. E não por falta de tecnologia ou por problemas com o elenco, mas sim pela proposta do filme que é mostrar o crescimento do protagonista Mason (Ellar Coltrane), junto com a sua família, mostrando os acontecimentos de um cotidiano de uma família normal.

O filme tem dividido opiniões por conta do enredo escrito e dirigido por Richard Linklater (trilogia Amanhecer), muitos acham simples demais e que como todos os filmes, deveria ter um clímax que fizesse com que chamasse a atenção do espectador. Outros afirmam com todas as forças que o filme é uma obra prima do cinema moderno, por mostrar de maneira simples os 12 anos de uma família com itens contidos em muitas famílias pelo mundo.

Com pais divorciados desde seus primeiros anos de idade, Mason lida com a ausência do pai e a luta da mãe para criar os dois filhos sozinha e voltar aos estudos para proporcionar uma vida melhor para eles. A partir disso, o filme mostra as situações em que os três passam, até que Mason decide o que quer para o seu futuro e vai para a faculdade. Por mais que o filme divida opiniões, quem participa de bolão ou apenas acompanha as premiações, sabe que ele é “O” favorito a categoria de melhor filme no próximo Oscar. Tendo conquistado 3 Globos de Ouro neste último domingo, o filme conta com Ethan Walke e Patricia Arquette, que levou pra casa o Globo de Ouro na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. De qualquer forma, o filme é muito singular, então façam as suas apostas, mas não deixe Boyhood fora delas.

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Nina Elora

Estudante de Design Gráfico, apaixonada por cinema, livros e séries. Acredito que um pouco de arte na vida de toda pessoa é essencial. E nada melhor pra melhorar o dia do que sorvete e um batom vermelho.

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