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A propaganda a Serviço da Guerra

Rodrigo dos Santos 6 de Abril de 2015
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shutterstock_28906900Imagem: shutterstock.com

É comum o interesse em entrar para o mercado de trabalho, mais precisamente em uma agência, e ser da criação. Ou outro departamento como: mídia, planejamento, atendimento etc. Mas quando entramos na agência, sabemos que trabalharemos com empresas/anunciantes dos mais diversos tipos produtos. Mas e se você fosse contratado para criar um anúncio do Ministério da Defesa para despertar o interesse de jovens em idade militar para servirem o país no front de guerra iminente?

Hoje a possibilidade de nosso país entrar em guerra é muito pequena. Não vivemos mais em um período perturbado como o século XX, em que qualquer movimento inimigo era sinal de uma guerra. Ou em um período como a guerra fria, onde somente dois países possuíam um poder de fogo capaz de destruir o planeta terra mais de três vezes seguidas.

Poucas pessoas sabem, mas a primeira agência de publicidade Britânica foi desenvolvida para criar anúncios em prol dos benefícios da guerra e para desmoralizar o inimigo. Ganhando assim, mais simpatia do próprio povo, graças ao desenvolvimento de cartilhas explicativas e cartazes que convocavam todos a lutar pela soberania e pelos interesses da rainha.

Além das inúmeros possibilidades que temos de criar para anunciantes privados ou empresas estatais, ainda existe a possibilidade da criação de anúncio de guerra. Espero que nunca tenhamos de planejar e criar algo para a guerra. Mas se esse job chegasse, o que você faria?

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Rodrigo dos Santos

Estudante de Publicidade e Comunicação em geral. Prestes a realizar 22 anos e cheio de dúvidas acerca do futuro da humanidade. Tirando isso, adora filmes, seriados, poesias e histórias.

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