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SmartStone: comunicação não verbal na palma da mão

Luana Almeida 9 de Abril de 2015
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Smartstones Touch

A tecnologia tem o primordial dever de melhorar a vida das pessoas. Todos os dias somos surpreendidos com novos apetrechos que podem resolver nossa vida de forma rápida, simples e pontual. Os objetos estão ficando menores e mais úteis e muitas vezes se tornam necessários para as pessoas.

Agora fomos apresentados a um pequeno objeto que tem a comunicação não-verbal como objetivo. É um dispositivo em formato de pedra que memoriza toques e passa a mensagem que deve ser passada ou lembra o que deve ser lembrado ou apenas manda uma mensagem saudosa para alguém querido. Esse é o SmartStone. Foi criado com o intuito de otimizar a vida daquelas pessoas que possuem dificuldade de comunicação, como autistas, pessoas surdas e idosos.

O dispositivo funciona a partir da memorização que é feita junto a celular ou tablet:  são memorizados toques e cores para determinados tipos de mensagem que se quer passar. Por exemplo, pode-se fazer um círculo no SmartStone e memorizar nele que esse toque é uma mensagem avisando que o jantar está pronto. Essa mensagem será enviada para outro SmartStone, para o app no celular de alguém – que já esteja também memorizado – ou através de sms.

O criador do Stone afirma que a ideia veio quando sua mãe ficou sem comunicação verbal enquanto esteve internada e lutando pela vida. Ele então pensou que deveria haver algo que pudesse mediar essa comunicação falha. Algo que pudesse ajudar na comunicação de quem mais precisa.

Serve para lembrar horários, mandar e receber mensagens sem a necessidade da fala e até informar que está em perigo com apenas uma chacoalhada no Stone. Uma combinação de cores + vibrações + sons são o suficiente para uma comunicação fluída e eficiente.

O produto lançou uma campanha no indiegogo e está tentando se fortalecer para que possa crescer e afetar de forma positiva a vida das pessoas que mais precisam e menos conseguem se comunicar.

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Luana Almeida

Estudante de Publicidade e Propaganda, Inglês e Francês, sou também apaixonada pelo cinema. Tentando ser redatora no país do carnaval, eu não me sinto brasileira o suficiente para acostumar com o calor. Tenho medo do escuro, embora viva assistindo filmes de terror.

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