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O mimimi na publicidade brasileira

Diogo Travagin 21 de julho de 2015
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bom negocio cumpadre

De alguns anos para cá, eu venho acompanhando algumas produções publicitárias brasileiras e a repercussão gerada pelos seus conteúdos, que vez ou outra vira alvo de uma minoria barulhenta que procura distorcer a mensagem publicitária e as descontextualizas a fim de tentar prevalecer seus pensamentos “tradicionalistas”. Nos últimos anos podemos citar algumas campanhas que foram alvos de “perseguição” desses fiscais da moral e bons costumes, tais como:

Bom Negócio com o Compadre Washington:

Avó das Havaianas:

Dia dos Namorados – O Boticário

O produto/serviço deixou de ser o foco principal para algumas pessoas e o conteúdo, principalmente se for contrário às suas ideologias, passou a ser o centro das discussões entre as pessoas. O politicamente correto veio para ser um limitador da criatividade, atendo ao meio publicitário, de campanhas que além de demonstrar o valor do produto/serviço, escancara situações reais, mas que as pessoas insistem em fingir que não existe.

E por que então quando uma campanha gringa faz uso destes temas, ditos polêmicos em terras tupiniquins, nós brasileiros aplaudimos e compartilhamos em nossas redes sociais? Será que por não ser próximo a nós, fica mais fácil aceitar e digerir a mensagem que a propaganda nos passa? E não é só na propaganda. Séries, filmes, músicas, sendo estrangeiros, está tudo ok.

Nossa sociedade já foi mais tolerante aos conteúdos publicitários, não levando em conta as campanhas de mau gosto que circulavam antigamente também. Não é preciso voltar muito no tempo para ver como as pessoas aceitavam mais o que se veiculava através da publicidade. Abaixo você pode conferir 04 comerciais que eu acredito que hoje geraria muito burburinho pela patrulha do politicamente correto

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Diogo Travagin

Formado em Marketing e Propaganda com especialização em organização de eventos. Redator apaixonado pela publicidade, geek, produtor e apresentador do Piicast no Rádio. Adoro mídias sociais e sua capacidade de interação com o consumidor. Envie críticas, dúvidas ou elogios pelo e-mail: diogoctravagin@gmail.com

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