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Daquela frase: “Tá no shutter? Então tá pronto!”

Marcos Nascimento 10 de setembro de 2015
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Quem não se lembra do caso do bomnegocio.com, em que a Joanna era uma modelo de algumas imagens do Shutter?

Há alguns anos, o Brasil e o mundo avançou muito no social. Junto, a dona propaganda também. Mas claro, onde tem barulho, tem audiência, e onde tem audiência, tem alguma marca envolvida(ou algumas), essa é a formula não pronta.

Com o crescimento das marcas nas redes sociais, e a geração de conteúdo com 20% de texto, muitos comunicam com uma imagem que diga muito. Alguns mais minimalistas, outros com imagens complexas e cheias de vida, mas sempre apostando muito na imagem; Acreditando ser o maior fator de influência no engajamento do público, já que a quantidade de texto é bem pequena.

A questão é: um post onde é claro o crop (recorte em softwares de edição) de uma imagem de banco de imagens, com um simples texto, é conteúdo? Gera engajamento? (Principalmente com aquelas famílias bem “americanizadas”). E quando aquela imagem já foi vista em outro anunciante, com outro teor de linguagem e em outro meio, como fica?

É impossível falar desse assunto, sem lembrar do caso dos modelos que apareceram em mais de um anuncio para ofertas na época da copa (que aliás, nesse caso, não foi só em redes sociais), para quem não lembra, está aí:

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Opiniões diversas cercam o uso de banco de imagens, muitas vezes, o designer aplica a imagem sem tratamento algum, e acaba gerando a arte “fast food” pra atender uma demanda. Mas e o resultado que isso gera? Aliás, gera?

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Marcos Nascimento

Trabalha em agência como Diretor de arte. Gosta de fotografar, pintar e escrever. Escreve às segundas e terças.

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