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Crítica: Perdido em Marte

Nina Elora 16 de outubro de 2015
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perdido em marte

Apesar de não ter sido muito divulgado aqui no Brasil, nessa última semana o foco se voltou para o novo filme de Matt Damon, Perdido em Marte. O longa conta com a direção de Ridley Scott, e um elenco cheio de atores conhecidos, como: Jessica Chastain, Kate Mara, Jeff Daniels, Sean Bean, Chiwetel Ejiofor, entre outros.

O filme é baseado em um baseado no romance homônimo do escritor Andy Weir, que conta a história do astronauta Mark Watney, que está em marte com uma equipe de astronautas da NASA, em uma missão que tem como chefe a astronauta Melissa Lewis (Chastain). Após alguns dias no Planeta Vermelho, a equipe detecta uma forte tempestade que faz com que eles tenham que abortar a missão. Ao saírem da base para irem para a nave, Watney é atingido por uma antena de transmissão e sua equipe não consegue achá-lo. A partir daí, começa uma série de ações de Mark para sobreviver em um planeta completamente adverso, e da NASA para ver o melhor jeito de resgatar o astronauta perdido.

Claro que antes mesmo de você sentar na poltrona do cinema, você já sabe o que acontecerá no filme, mas graças aos roteiristas, a história segue de forma que segura toda e qualquer pessoa que se dispôs a assistir. Como a experiência de estar em Marte é completamente nova, e não possuímos muitos conhecimentos de como é a vida por lá, tudo que é apresentado no filme é uma experiência nova. A novidade em termos de enredo se dá por conta de que não há um novo problema a cada dez minutos, já que Watney estar perdido em Marte é o maior problema que todos poderiam imaginar. O filme trabalha com todas as vertentes possíveis de uma situação como essa: a questão de como resolver o problema de forma mais rápida, como contatar Watney, como repassar isso para a mídia, e também como contar aos astronautas que acompanhavam Mark na missão, e que agora estão voltando para a Terra.

A história transcorre de maneira limpa e agradável para o raciocínio do espectador. Para quem interessa, a fotografia do filme e os efeitos especiais fazem valer uma experiência nova para todos: como sentir as dificuldades de um planeta que pouco conhecemos e não temos nenhuma experiência palpável. Para uma  novidade completamente surpreendente, o filme vale muito a pena, apenas segure o coração para enfrentar vários momentos de expectativa e aflição.

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Nina Elora

Estudante de Design Gráfico, apaixonada por cinema, livros e séries. Acredito que um pouco de arte na vida de toda pessoa é essencial. E nada melhor pra melhorar o dia do que sorvete e um batom vermelho.

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