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Uma nova fonte chamada rede social

Dayanna Pacheco 7 de dezembro de 2015
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shutterstock_193013681Imagem: shutterstock.com

É interessante acompanhar as mudanças no dia a dia. E uma que tem despertado a atenção pela repetição (nos mais variados contextos) é o uso das redes sociais como fontes primárias ou complementares.

Crise política? Chuva de prints do Twitter! E não são apenas personalidades de atuação política. Atores, músicos e cantores tornam-se honoris causa no tema.

Imbróglio conjugal entre cantores? Instagram é o álbum de fotos dos ex-pombinhos. E o assunto não encerra no tema central… uma cronologia do pecado é exposta com linha do tempo e tudo mais (sempre com embasamento em opiniões on-line de experts no tema).

Crime ambiental? Posts e mais posts no Facebook da tragédia nacional e que contam com envolvimento de estrelas da música internacional, enquanto os nativos se compadecem de outras tragédias mais elitizadas – citei aqui sem menosprezar, ok?

Bem, o fato é que a facilidade em coletar ‘fontes e dados’ foi significativamente facilitada pela internet e é claro, as redes sociais. Isso para não citar trabalhos acadêmicos, compras virtuais e redes de voluntariados. Versatilidade incrível não? Ops, chegamos ao ponto.

Existem usos nobres e facilitadores mas também atribuo à internet e suas derivações on-line uma grande encorajadora de ‘descansados’ que encontram em frente ao monitor uma mãe a proporcionar grandes feitos com pouco suor, mas para quem sabe o poder nela, há igualmente uma fonte infinita de conteúdo, caos e curtidas.

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Dayanna Pacheco

Goianiense (sem pé rachado mas que adora pequi e pagode) que encontrou na publicidade a melhor forma para justificar os insights diários nada convencionais sobre os mistérios do universo, do cotidiano e da decoração doméstica.​

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