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Acordo ortográfico: uma ousadia para ‘nóix’

Dayanna Pacheco 11 de Janeiro de 2016
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shutterstock_131284517Imagem: shutterstock.com

Agora é oficial, as novas regras do acordo ortográfico se tornaram obrigatórias desde o dia 1º de janeiro. E o que muda com isso? Na prática essa ‘novidade’, um tanto quanto velha, terá a função de unificar a língua portuguesa nos países onde ela é oficial, permitindo maior fluência nas trocas verbais e fortalecendo o portuga.

Além do Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste também comungaram do acordo que foi adotado em datas distintas em cada um dos países participantes.

Assembleia perdeu o acento (e tantas outras), o trema tornou-se uma lembrança, as letras w,x,y foram oficialmente incorporadas ao nosso alfabeto… e o hífen? Ah, esse malandrinho abandonou algumas palavras para infernizar outras. Roguemos ao santo Volp!

Especialmente para quem lida com textos diariamente é imprescindível o uso do dicionário disponibilizado pela Academia Brasileira de Letras, ou então, o maroto profissional poderá cometer um pequeno delito diante da língua portuguesa.

Verdade seja dita, os mais espertos há tempos utilizam as novas regras. Seja para se ambientarem às novidades ou para mostrar eloquência (sem trema!) mas com tantas mudanças, perdas e acréscimos eu lhes dou uma dica: favoritem o Volp nos notebooks e instalem o aplicativo no smartphone. Vocês irão agradecer e deixar de cutucar o colega da direita e o da esquerda com infindáveis enquetes sobre os acentos e correlatos.

 

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Dayanna Pacheco

Goianiense (sem pé rachado mas que adora pequi e pagode) que encontrou na publicidade a melhor forma para justificar os insights diários nada convencionais sobre os mistérios do universo, do cotidiano e da decoração doméstica.​

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