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2016 Consciente?

Raphael Sanzio 15 de Janeiro de 2016
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marcas

Finalmente o ano começou e eu fiz minhas promessas para 2016. Na maioria das vezes, consigo cumprir com o cronograma positivamente! O tempo pesa e “os vinte anos” quase terminando e os trinta pedindo licença. Então, para 2016 andei revendo alguns vícios de consumo meus, e não é de hoje que que tenho investigado as marcas que costumo levar para casa.

Nos últimos anos os consumidores tem observado mais sobre no que tem gastado seu dinheiro. O made in China deixou de ser apenas aquela informação da etiqueta e passou a ser motivo de cuidados na hora da compra.

Faz tempo que o famoso terno inglês deixou de ser produzido na capital britânica e passou a vir das mãos de chineses, bengalis, vietnamitas e etc. A Primark, uma das maiores lojas de departamento de UK, a preferida das Vlogueiras brasileiras pelo baixo custo, importa todo seu estoque de países subdesenvolvidos e vez ou outra aparece um pedido de Help us bordado em alguma das peca de roupa. No Brasil as grandes lojas como Zara, C&A, Mariza, Collins e Gregory preferidas pelos consumidores apesar dos preços de algumas delas serem salgados, mesmo vindo de um custo baixíssimo, ainda tem grande fatia do mercado nacional. No entanto, o escândalo na moda e os boicotes intensificaram o debate em torno da questão.

Não sei, mas isso e pessoal meu, na experiência de trabalho que tive no Brasil na exposição de marcas percebi que muitas dessas empresas não eram claras quando a origem dos produtos, além da maioria das pessoas não tem a consciência de questionar quanto a origem da produção da peca que esta levando pra casa.

No mundo, pelo menos na Europa, tem se observado não só a qualidade do produto vendido mas como a empresa responsável por ele no mercado participa da melhoria do mundo mas o consumo consciente requer educação e informação que nem todo brasileiro tem. Quando todos tiverem, vão cobrar e pressionar mais das marcas. Em pais desenvolvidos estas tem tido grande impacto negativo na sua arrecadação nos últimos anos de 2013 e 2014.

Em todos os processos, ou na maioria, há uso de matérias-primas, liberação de energia e utilização do trabalho humano e, em alguns casos, animais. Assim, o consumo envolve processos complexos e que podem tanto beneficiar quanto prejudicar pessoas e suas comunidades quanto o meio ambiente. Por tal motivo, um consumidor consciente, além de contribuir para a economia, contribui para que tenhamos uma sociedade mais justa e ambientalmente saudável, analisando os impactos do seu consumo, procurando fazer escolhas para minimizarem estes malefícios.

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Raphael Sanzio

Indio-Portugues,foi pra cidade grande Estudar e trabalhar. Tambem fui embora do Brasil para descobrir melhor o sentido de liberdade e explorar o mercado pelo Mundo. Faco especializacao em Marketing Digital em Londres porque nao gasto tanta grana. Criador de Conteudo, Redator e quero fazer algo de util para humanidade. Sou o cara mais feliz do mundo porque no meu quintal tem uma cama elastica, e habitado por uma Raposa de nome Chloe, quatro esquilos e tres gatos gordos que vem me visitar pra pedir comida.

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