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Freelancer em tempos de crise: oportunidades e desafios

Dayanna Pacheco 26 de Janeiro de 2016
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shutterstock_264743945Imagem: shutterstock.com

É inegável que os custos que uma empresa terá com um profissional dessa categoria serão reduzidos se comparados à uma agência full service. A estrutura é muito menor, os custos operacionais, as despesas com tributos trabalhistas, custos fixos, etc. Outro ponto que deve ser considerado é o mix que uma agência pode oferecer em comparação ao freelancer, nesse ponto há a vantagem de concentrar as atividades com um só prestador, o que pode reduzir refações ou problemas de produção (eu disse ‘pode’).

Os profissionais independentes, vamos colocar assim, estão surgindo não só na área da comunicação, mas em todos os segmentos da economia. Tal fato é comprovado pelo número de empreendedores individuais que surgem nas mais variadas formas de prestação de serviço. De acordo com o site Portal do Empreendedor “Em seis anos, 5 milhões de brasileiros que trabalham por conta própria passaram a ser formalizados como Microempreendedores Individuais”, o que comprova um movimento crescente de profissionais em busca da realização de um sonho, autonomia profissional ou reposicionamento mediante a retração da economia.

Para se manter vivo e ativo no mercado é preciso manter contatos profissionais sempre ‘fresquinhos’, pesquisar novos canais de relacionamento e é claro, oferecer trabalho de qualidade e sem querer abraçar o mundo, afinal um freelancer não tem o fôlego produtivo de uma agência mas também não é limitado como uma única linha de produção.

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Dayanna Pacheco

Goianiense (sem pé rachado mas que adora pequi e pagode) que encontrou na publicidade a melhor forma para justificar os insights diários nada convencionais sobre os mistérios do universo, do cotidiano e da decoração doméstica.​

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