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Estudo analisa impacto de peças publicitárias no consumidor

Eduardo Albiero 29 de Fevereiro de 2016
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consumidor

A criação de uma estratégia de comunicação geralmente é feita a partir de uma visão subjetiva.

O profissional que desenvolve a peça publicitária – o emissor – deve ser capaz de compreender as necessidades e desejos do consumidor e, a partir disso, projetar qual seria o impacto de sua mensagem sobre esse receptor.

No entanto, o real impacto da comunicação, que determinará seu sucesso ou fracasso, só pode ser avaliado depois que a informação é absorvida pelo próprio receptor.

Pensando nisso, a Forebrain, empresa especializada em neuromarketing, acaba de lançar o maior estudo sobre o tema produzido no Brasil, o BRAIN 500.

O produto é resultado de uma pesquisa de dois anos, baseada na neurociência do consumo, que avaliou como os consumidores foram estimulados e reagiram a mais de 500 anúncios.

O objetivo do estudo é aproximar marcas e consumidores por meio de estratégias de comunicação eficientes, que só são possíveis quando o receptor da mensagem é influenciado efetivamente. Todos os comerciais analisados ficam disponíveis em uma plataforma online, chamada BRAIN Analytics, que permite a análise e comparação de filmes publicitários e criação de insights de comunicação.

Por meio de técnicas neurocientíficas, foram mensuradas as reações inconscientes de mais de 1200 consumidores.

O estudo traz aprendizados sobre o que faz o consumidor prestar mais atenção na mensagem, quais formatos podem aumentar a memorização do comercial, ou mesmo como criar anúncios capazes de provocar uma resposta emocional mais impactante nos consumidores.

Segundo Billy Nascimento, co-CEO da Forebrain, a comunicação é caracterizada em sua maior parte por estratégias de comunicação unilaterais, onde não há uma resposta direta do receptor. Ainda assim, a publicidade apresenta claramente expectativas com relação a um retorno do consumidor ao medir indicadores como intenção de compra, recall, brand awareness e market share.

“Quando analisamos as respostas neurais dos consumidores frente a uma peça publicitária, podemos entender, de fato, como ele decifra os códigos enviados pelo anunciante, sem intermediários”, explica Billy.

Para conhecer melhor o BRAIN 500, a empresa disponibilizou um trial do estudo, composto por seis cases, disponível para download aqui.

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Eduardo Albiero

Publicitário com MBA em Gestão e Marketing Ambiental, Designer Gráfico e de Web e Consultor de Marketing. Trabalhou mais de 11 anos em Agências de Propaganda em São Paulo e hoje é Diretor de Marketing e Consultor em uma Agência de Marketing em Dallas, no Texas. Curte muito Cinema, Séries, Música e Action Figures. Não necessariamente nessa ordem.

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