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Um bom título ninguém esquece

Camilla Ferreira 4 de Abril de 2016
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Ah, os títulos publicitários. Acredite: eles têm poder, e se garantem por si só quando são bem pensados e escritos. Um título verdadeiramente bom em um layout não tão bonito assim se sobressai, não duvide disso. Quer um exemplo? Veja este anúncio dos redatores Alexandre Peralta e Laura Esteves:

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David Oglivy disse: “o título é lido cinco vezes mais que o texto. Quando acabar de escrever seu título, saiba que já terá gasto 80 centavos do seu dólar. ” O título contextualiza a verdade e já define seu público logo de cara, sem rodeios.

Ele pode ser curto:

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(Campanha da Agência Fallon).

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(Redator: Rodrigo Guimarães).

Com dois tempos:

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(Redator: Guilherme Nesti).

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(Redator: Rodrigo Resende).

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Com três tempos ou mais:

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(Redator: Eugênio Mohallem).

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(Redator: Peralta e Laura Esteves).

Não existem regras para a criação de um bom título. Mas por onde começar? Você pode ter acesso a algumas dicas aqui , no site Só Título, onde grandes redatores dão um norte para quem está começando. Só que já daremos um spoiler: escreva, escreva, escreva. Escreva muito. Não se limite.

Quer mais referências? Consulte a página Banco de Títulos no Facebook, ou acesse o portfólio daquele redator ou redatora que você gosta.

Não conhece nenhum? Vai a dica: comece pelo Eugênio Mohallem, que é um dos melhores “criadores de títulos” da propaganda.

O portfólio dele está disponível neste link: http://www.eugeniomohallem.com.br/.

Boas criações!

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Camilla Ferreira

Estudante de Publicidade e Propaganda na UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais). É redatora na Agência Fun, ama música, pizza e pugs (mas até hoje, só teve gatos). Sagitariana, não recusa o bom humor e nem uma boa oportunidade.

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